Currículo

Resumo profissional

Estudante de Controle Ambiental no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Campus Nilópolis. Entre 07/2017 e 08/2018, foi bolsista de Iniciação Científica (PIBIC Jr) em Filosofia Política, com ênfase em Teoria Política Contemporânea. Atualmente, é bolsista de Iniciação Científica (PIBIC Jr/Ciências Sociais Aplicadas), onde estuda os marcadores socioambientais de poluição e vulnerabilidade e a ocorrência do racismo ambiental nos 17 municípios integrantes da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

Tradutor vinculado à Abatirá - Revista de Ciências Humanas e Linguagens (UNEB). Enquanto pesquisador, tem se dedicado, principalmente, a realizar uma leitura do pensamento de bell hooks que articule categorias filosóficas (ética, política e ontologia/fenomenologia) e a compreender questões contemporâneas da Filosofia Política. Enquanto tradutor, tem trabalhado em obras de autores negros, sobretudo bell hooks (We Real Cool, para Editora Elefante). Atualmente, trabalha como docente convidado no Coletivo Di Jejê ministrando cursos sobre o pensamento de bell hooks.

Para além das atividades acadêmicas e de divulgação científica, Silva apresenta o podcast Outro Amanhã e media o Laboratório de Estudos Anticoloniais (LEAC/Casa Naara). Escreve sobre amor e possibilidades políticas a partir do pensamento negro contemporâneo. Suas áreas de pesquisa e interesse são: saneamento básico, racismo ambiental, filosofia política, filosofia da linguagem, pensamento de bell hooks (ênfase em ética do amor e representações culturais), filosofia africana e estudos de gênero.

Linhas de pesquisa

Controle Ambiental  Saneamento Básico    Racismo Ambiental
Pensamento Negro Contemporâneo 
  Pensamento de bell hooks

Filosofia Política Contemporânea

Principais projetos

 de pesquisa

2019-2021

Quanto vale uma vida? Estudo inicial da ocorrência de racismo ambiental na Região Hidrográfica da Baía de Guanabara no Rio de Janeiro

Este projeto de pesquisa, orientado pelo questionamento “quanto vale uma vida?”, busca analisar, de forma detalhada, as dinâmicas do racismo ambiental nos 17 (dezessete) municípios que compõem a Região Hidrográfica da Baía de Guanabara no Rio de Janeiro e, a partir de dados disponibilizados por órgãos ambientais competentes e organizações do terceiro setor, a qualidade do ar, água, os índices de esgotamento sanitário e as políticas de resíduos sólidos da RHBG em diferentes pontos e sua relação de risco com as pessoas que vivem nesses locais.

2018-2018

Dissecando o racismo epistêmico: a urgência de outra perspectiva no ensino de Filosofia

 presente projeto almeja analisar as demarcações geopolíticas e epistemológicas do pensamento filosófico, a narrativa de sua origem histórica na Grécia antiga e as transformações em sua autodeterminação no interior da modernidade. Dessa forma, adotamos como parâmetro legal a lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003 que garante a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. O ensino desses conteúdos nas escolas, desde cedo, é muito importante para a formação de uma sociedade democrática que respeite e valorize os diferentes povos que formaram o país. A afro-perspectiva no ensino de filosofia também é muito importante, uma vez que, se a escola não permite e fornece meios para que o aluno negro possa construir uma narrativa que não seja a narrativa da subalternidade, a construção do imaginário pautado no eurocentrismo causa no discente negro um sentimento de inferiorização que por sua vez pode levar à evasão e reprovação. 

2017-2018

O trabalho e a ação: investigação sobre a condição contemporânea de dissolução do espaço público em meio a um cinismo generalizado

A finalidade deste projeto de pesquisa é, a partir do estudo de teorias políticas e sociais contemporâneas, gerar reflexão no interior de uma instituição de educação pública sobre a natureza do espaço público, suas condições de existência e seu papel na construção da convivência humana pautada no exercício do discurso junto aos outros, na capacidade de agir e na resistência à tendência de renúncia a esta esfera da vida ativa. Para tanto, o nosso caminho terá como fio condutor a compreensão de como a atividade do trabalho se tornou o centro das atividades humanas, e de como a demanda por sobrevivência e por busca de conforto pode representar o enfraquecimento da esfera propriamente política da vida ativa: a ação conforme pensada por Hannah Arendt, que se refere ao âmbito da convivência e relação a partir das diferenças entre os indivíduos no espaço público, que representa a capacidade de geração, de nascimento de novas formas de relação humana e de constituição de sentido.

Educação

2015-2021

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro

Ensino médio integrado ao técnico em Controle Ambiental

ARTIGO

“Nesse sentido, ao pleitearmos a consolidação de uma sociedade do amanhã, devemos estar, obrigatoriamente, pautados numa política e numa ética do amor.” 

—  Políticas do amor e

sociedades do amanhã

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